Uma manhã comum, serena, onde tudo parecia ter o rumo
certo, mas...
Tudo desabou como uma tempestade sem fim.
A partir daquela manhã tudo seria diferente,
modificado.
A paisagem, as pessoas, os sonhos, os objetivos, tudo alterado.
As cores mudaram de tom e os caminhos se perderam, se
desencontraram.
O olhar mudou. Formou-se
uma parede enorme impedindo de enxergar adiante.
Tudo parou... Como se estivesse à espera de um alento,
um amparo um som que salvasse,
Somente vozes... Sons desencontrados, ruídos, palavras
ditas ao vento, sons tristes, lamentos.
Elcia Maria dos Santos - Uma observadora da vida.
